Ele destacou que, em 2007, quando Yeda assumiu, herdou uma dívida financeira que asfixiava o Estado e uma dívida social que sacrificava os gaúchos. “O RS detinha dois recordes negativos: Estado mais endividado da União e com menor capacidade de investimento”, ressaltou. Disse ainda que os dois últimos governos agravaram a situação do Estado, cabendo à governadora Yeda fazer o ajustes das contas, para, com isso, ter condições de enfrentar e resolver os problemas, melhorando a vida das pessoas. “Foi assim na saúde, onde investiu mais do que o governo Olívio e Rigotto.”
Berfran lembrou também que Yeda tratou da questão da geração de emprego.
Considerando-se os governos Olívio, Rigotto e Yeda, o atual governo foi o que mais criou emprego, muito à frente dos demais: 50% a mais do que Rigotto e 150% a mais do que Olívio. “Foram mais de 363 mil novos empregos entre janeiro de 2007 e junho de 2010.” Atualmente, o RS tem a menor taxa de desemprego do Brasil, com 4,7%, enquanto o Brasil está com taxa de desemprego de 7%.
Foto: Luiz Ávila
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