“Quando fui Ministro da Saúde durante o governo Fernando Henrique, uma das principais ações foi o aumento de empregos na área da saúde - cerca de um milhão de empregos com a expansão rápida do Programa de Saúde da Família, programas de agentes comunitários de saúde, treinamento de 260 mil auxiliares de enfermagem e investimentos em hospitais, os maiores da história do Brasil”.
“No que se refere ao futuro, temos que inverter a tendência de que este governo e a Dilma, principalmente, marcaram no país: a mais reduzida taxa de investimento governamental do mundo, o Brasil só ganha de países como o Turcomenistão, entre outros”.
“É preciso investir para ter emprego. O governo precisa investir em infraestrutura para impedir o aumento de preços dos alimentos, que nos últimos três meses está um escândalo: na carne, no feijão, no arroz, no açúcar, na carne de frango”.
“A política econômica que a Dilma defende é a política dos juros siderais, os mais altos do mundo, a maior carga tributária do mundo em desenvolvimento e a menor taxa de investimento do mundo civilizado por parte do governo”.
“Vou trabalhar com uma taxa de juros real, que não vai ser mais a maior do mundo como acontece no governo da Dilma”.
"Nunca se investiu tão pouco no Brasil no âmbito da esfera federal. Saneamento, metrô, transporte ferroviário...”
"Na verdade, não está se investindo no país e esse é um problema crítico, junto com a taxa de juros. O câmbio está matando muitas pequenas e médias empresas, inclusive, do Rio Grande do Sul, de São Paulo, do interior do Paraná e de Santa Catarina. Esta é uma realidade que envolve a questão do emprego”.
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