“Eu protagonizei como governador, em aliança com o Partido Verde, uma lei de mudanças climáticas que é considerada a melhor do hemisfério sul, a terceira do planeta. Uma ação ambiental exemplar, inclusive com a redução drástica das queimadas da cana-de-açúcar e melhorando muito a qualidade do ar em todo o Estado”.
“Brigamos com a Petrobrás, cujo conselho de administração era presidido pela Dilma, por descuido na questão do enxofre, do diesel nos centros urbanos. A Petrobrás devia diminuir o uso do enxofre. Entramos na justiça, junto com o Partido Verde, e ganhamos a ação para proteger a população urbana de São Paulo, que respirava o veneno que saía dos veículos.
“Eu proponho o desmatamento zero na Amazônia, pois não tem mais sentido ter desmatamento naquela região”.
“O Governo Federal tem dado crédito para a expansão da pecuária na Amazônia, o que não faz sentido. A pecuária pode se expandir nas áreas já existentes, com um pouco de aumento de produtividade, melhores práticas de exploração do gado. No entanto, o BNDES continuou financiando a expansão na Amazônia”.
Em Copenhague (durante a COP-15, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), a Dilma se opôs à participação do Brasil no fundo internacional do meio ambiente. Eu fui a favor, a Marina Silva foi a favor.
“Durante a gestão da Dilma à frente de Minas e Energia, e à frente da Casa Civil, a matriz energética brasileira ficou mais suja, com mais produção de energia com combustíveis de gás carbônico”.
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